quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Dar o meu melhor.

Eu vou dar tudo de mim para ama-lo
Não sei porque o quero tanto
É, eu tentarei e o manterei ao meu lado
Jamais o deixarei ir.

Ah! Aprendi tanto na minha pobre vida!
Rir de um humor que não posso ver
É triste, eu sei. Não poder demonstrar meu amor
Mas não o libertarei.

Então... Eu vou dar tudo de mim para o amar
Mesmo que leve a noite toda
Mesmo que esse sentimento me machuque

Ouvi dizer que a dor pode te tornar mais forte
E eu sei que não sou a garota dele...
Realmente, nunca achei que me importaria,
Mas vê-lo nos teus braços é algo que eu não posso permitir.

Se você dissesse que não tenho coração
Bem... Eu dificilmente choraria
Pois não há nada que você saiba sobre mim que eu me preocuparia em negar.

E não é que eu não o ache doce...
Eu conheço sua voz muito bem...Seu toque, seus olhos
E, com certa frequência, o que há abaixo também.

Eu me pergunto se, se eu tentar isso muito, ainda sim seria uma vergonhosa mentira...
Dizer que amo esse garoto, esse homem.
Mas sou amável, e ele é gentil.
Então, no fim das coisas, talvez, eu possa concordar que esse garoto merece uma melhor amiga
E amante também

Mas vou dar tudo de mim para ama-lo
Só para mantê-lo longe de ti.
(Try my Best, tradução da poesia de Emilie Autumn)

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Savannah & Eu.

E eu achei que encontraria amor... Dá mais sincera e absurda forma, achei que encontraria amor. Não falo de todos aqueles estágios de frio na barriga, de ansiedade, de esperança, não, não esse tipo de amor... Pelo menos, não ainda.


Eu sou feito por sugestões . Um “e se...” faz meu coração tremer, me faz deitar na cama e sonhar... “Nossa, as coisas podiam ser diferentes se... E se... Talvez...”... É.  Fujo de mim e é uma corrida constante em direção ao nada. Corro para longe e, ao mesmo tempo, para lugar algum. Como posso fugir de mim? Como me exorcizar de mim mesmo? É inconcebível, impensado... Uma sugestão? Eu devia parar.



Palpitações, meu coração canta – meus ouvidos não o escutam.

É engraçado e isso não se trata só de mim – todos, sem exceção, somos programados para nos ignorar. Feito robôs, ignoramos os sons dos nossos corações, o barulho das nossas gargantas, sedentas, ao engolir. O som dos nossos narizes e tantos outros grunhidos grotescos. Somos programados para ignorar nossa opereta pessoal e, talvez, por isso, seja tão fácil ignorar tantas outras coisas minhas. Já não sinto dor, não me sinto mal, não sinto esperanças...


É, com o tempo, o senhor se tornou um ótimo mentiroso.

Concordo, porém não farei nada, estou convicto.

Essa convicção é um vicio.
O que é um vicio dentre tantas virtudes?
Virtudes quais?
Já não sabemos.
Sejamos sinceros, sim?
Tudo dói, a cada sonho que possuo, cada sugestão me faz tremer, cada expectativa que crio... Há aí duas coisas: esperança e medo. Eu sei sonhar, mas e se for apenas um sonho? Eu não quero mais! Não quero esperar, não quero... Dói, dói saber que, de tudo isso, nada vai ser real, e já fantasio demais, minha utopia é perfeita e pouco espaçosa, não há espaço para verdades dolorosas.
Então seria melhor parar, não?
Eu já tentei.
Funcionou?
Eu ainda estou respondendo, não?
...